Poligamia Masculina: Uma Arma Demográfica e Expansionista Contra o Islã
Por Yuri Schein
Enquanto o Ocidente cristão se apega ao romantismo monogâmico moderno e vê sua população encolher ano após ano, o Islã avança com uma estratégia que a Bíblia nunca condenou: a poligamia masculina. Muçulmanos praticam abertamente até quatro esposas, geram altas taxas de natalidade e conquistam territórios não apenas pela espada ou pela imigração, mas pela multiplicação de seus descendentes. E o que fazemos nós? Condenamos como “pecado” aquilo que a Escritura regulou, e assistimos passivamente ao crescimento demográfico islâmico dentro de nações outrora cristãs.
Isso não é mera estratégia humana. É guerra espiritual manifestada no campo demográfico. O Deus da Escritura sempre agiu para multiplicar Seu povo. Abraão, Jacó, Davi — homens de fé — tiveram múltiplas esposas e geraram numerosas descendências. A Lei mosaica não apenas permitiu, mas regulou a poligamia masculina precisamente para proteger a justiça e a multiplicação da nação de Israel. Deus não estava envergonhado disso. Ele o decretou e sustentou.
Hoje enfrentamos um inimigo que entende algo que muitos reformados esqueceram: quem domina a demografia domina o futuro. Sociedades com fertilidade abaixo da reposição (como o Ocidente “cristão” moderno) estão cometendo suicídio cultural. O Islã, com poligamia e incentivo à prole numerosa, cresce mesmo em meio à hostilidade. Enquanto cristãos leigos discutem se podem ter “duas esposas”, muçulmanos já têm três ou quatro e enchem as escolas e bairros com seus filhos.
A poligamia masculina justa, praticada por homens maduros, piedosos, capazes de prover, proteger e ensinar doutrina a múltiplas famílias, seria uma resposta bíblica e estratégica. Um homem fiel poderia gerar e criar dez, quinze ou mais filhos tementes a Deus, em vez de um ou dois. Multiplicar sementes piedosas é exatamente o que Deus ordenou a Seu povo desde o princípio: “frutificai e multiplicai-vos”. Em tempos de conflito espiritual e cultural, isso não é luxúria — é obediência expansionista.
Obviamente, não se trata de liberar cobiça ou irresponsabilidade. Exige caráter excepcional, recursos abundantes, capacidade de amar e tratar todas as esposas com justiça (como a Lei exigia), e total submissão ao Senhor. A maioria dos homens não está pronta para isso e deve permanecer na monogamia. Mas aqueles que Deus levanta com tal capacidade não devem ser impedidos por tradições ocidentais ou por um ideal criacional transformado em lei universal onde a Escritura não o fez.
O ocasionalismo nos ensina que Deus causa todas as coisas. Se o Islã avança demograficamente, é porque o Senhor permitiu a fraqueza e o declínio de um cristianismo efeminado e infértil. A solução não está em lamentar ou em pedir que o Estado interfira. Está em voltar à Palavra: reconhecer que a poligamia masculina regulada pode ser uma ferramenta legítima para a expansão do Reino em tempos de guerra espiritual.
Cristãos reformados que realmente creem na soberania absoluta de Deus devem parar de pensar como românticos do século XIX e começar a pensar como patriarcas bíblicos e como povo de guerra. Multiplicar descendência piedosa é uma das formas mais poderosas de resistir ao avanço do falso profeta Maomé e de sua religião demoníaca.
O axioma permanece a Escritura inteira. Não o consenso evangélico, não o feminismo disfarçado de teologia, nem o medo de ser chamado de extremista. Se Deus usou a poligamia no passado para multiplicar Seu povo, Ele pode usá-la novamente para confrontar Seus inimigos.
Que o Senhor levante homens com visão bíblica, coragem e capacidade para não apenas defender a fé, mas para enchê-la de filhos que sejam flechas na aljava contra as trevas.
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