Por Yuri Schein
O Brasil enfrenta mais uma crise: os preços dos alimentos dispararam em 2026. O arroz, o feijão, o leite e até o pão estão cada vez mais caros. A mídia fala em inflação, o governo culpa o clima, os economistas culpam o câmbio. Mas ninguém fala daquilo que realmente falta: temor de Deus.
O problema não é apenas econômico
- A fome não é só ausência de comida, é ausência de justiça.
- O mercado especula, o Estado tributa, e o povo sofre.
- Mas a raiz da miséria é espiritual: uma nação que rejeita a lei de Deus colhe escassez.
A idolatria do consumo
O homem moderno transformou o supermercado em templo e o cartão de crédito em altar. Ele acredita que pode comprar felicidade, mas descobre que nem o pão está garantido. A inflação revela a fragilidade de uma sociedade que adora o dinheiro e despreza o Criador.
A verdadeira provisão
Não basta controlar preços ou importar alimentos. É preciso reconhecer Deus como provedor.
- O povo que teme ao Senhor não vive em ansiedade, mesmo diante da carestia.
- A família que confia em Cristo encontra sustento além da economia.
- A sociedade que honra a Palavra entende que o pão que alimenta a alma é mais essencial que o pão da mesa.
Conclusão
A alta nos preços dos alimentos é mais do que uma crise econômica: é um chamado ao arrependimento. O Brasil não precisa apenas de políticas públicas; precisa de regeneração espiritual.
Porque só quando o homem busca primeiro o Reino de Deus, todas as demais coisas lhe são acrescentadas.
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